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Dia da Europa

20170509 144508A assinalar o Dia da Europa, os alunos da turma 10.º 2 designados de "Embaixadores júniores" do AEMaximinos que é, desde fevereiro, "Escola Embaixadora do Parlamento Europeu" colocaram placas de identificação botânica em língua portuguesa e em braille - para os alunos cegos e de baixa visão acederem àquela informação -  nas 28 árvores autóctones que adotaram e às quais tinham já associado um país membro da União Europeia.

Foi evidente em cada gesto dos alunos a paixão que colocaram nesta atividade bem como no facto de trabalharem em conjunto para transformar a esperança em realidade e de quase diariamente se esforçarem por as regar nos dias mais quentes desta inconstante primavera.

Lembramos que a "consciência europeia começa por se desenvolver e por ser transmitida na sala de aula", e não é coincidência que "os nossos jovens alunos sejam os mais entusiastas defensores da Europa". Assim, a missão da escola é a de transmitir a nossa identidade europeia para evitar a guerra e salvaguardar os nossos valores. Como escreve Antonio Tajani, Presidente do Parlamento Europeu, a assinalar o Dia da Europa: 

"A Europa é acima de tudo uma visão da vida e da humanidade. É muito mais do que um simples mercado ou uma moeda.

A nossa civilização foi forjada através de séculos de trocas, de intercâmbio de diferentes escolas de pensamento, de debate de ideias, artes e ciências: desde os mercadores de Creta aos artesãos Etruscos, dos filósofos e dramaturgos de Atenas aos juristas e engenheiros de Roma. Abadias e mosteiros trouxeram o conhecimento até nós, as grandes universidades e cidades alimentaram um novo humanismo.

O Renascimento inspirou-se neste conhecimento, enquanto nós nos lançávamos na exploração e nas trocas através dos oceanos. Caravaggio e Rembrandt, Vivaldi e Bach, Shakespeare e Molière estão unidos por um vínculo inquebrável, uma vez que cultura significa rasgar horizontes e não fechá-los.

Somos a única região do mundo sem pena de morte. O mundo inteiro vira-se para nós de cada vez que um jornalista ou um dissidente político é preso pelas suas ideias, de cada vez que uma mulher é vítima de discriminação ou alguém é perseguido pelas suas crenças.

Dizia o historiador Jacques Le Goff que a afirmação do indivíduo na sua responsabilidade intelectual é o coração da alma europeia.

E tudo isto, aprendemo-lo na escola. O próprio Parlamento Europeu é uma "Universitas". É a única instituição europeia diretamente eleita e, por essa razão, tem uma enorme responsabilidade. 

 juntamente convosco, . Há aqueles que associam a Europa ao falhanço. Nós, convosco, trabalhamos para que a Europa seja uma história de sucesso, capaz de dar uma resposta concreta aos problemas dos nossos cidadãos.

Na semana passada em Bruxelas, inaugurámos a Casa da História Europeia. Para mim, é importante que o Parlamento Europeu tenha investido neste museu, gratuito e aberto a todos, a começar pelos estudantes.

Conhecer a nossa história significa tomar consciência da identidade europeia, a nossa verdadeira força e a principal razão pela qual estamos juntos.

Com a declaração Schumann de 9 de Maio, começou, há 67 anos atrás, a nossa grande aventura. Juntos, à volta da mesma mesa, trabalhámos arduamente para sair da armadilha do nacionalismo.

Não foi fácil, e tantas vezes nos fechámos, desiludidos, em crises. Mas nunca desistimos. Juntos, fizemos cair obstáculos, barreiras, encargos administrativos e burocracias nacionais.

Juntos, trabalhámos por um mundo mais aberto, com mais direitos, contribuindo para ajudar a tirar muitos países do nosso continente das trevas das ditaduras.

A declaração que assinei no passado dia 25 de março com o Presidente do Conselho Europeu, o Presidente da Comissão Europeia e os líderes de 27 Estados-Membros da União Europeia, por ocasião do 60º aniversário dos Tratados de Roma, sublinhou os desafios que enfrentamos: conflitos regionais, terrorismo, pressões migratórias, protecionismo, desigualdades sociais e económicas. Porém, também aponta a solução: a união é a única escolha possível, se queremos uma Europa segura, próspera, competitiva, sustentável, socialmente responsável e próxima do coração dos cidadãos.

Os nossos pais fundadores trabalharam para melhor defender os povos da Europa unida com o olhar posto nas futuras gerações. A melhor forma de prestarmos homenagem à sua coragem é demonstrando a mesma coragem: mudando esta Europa, saindo do impasse e continuando a jornada.

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